Blog do Victão

O Atlético que conhecemos precisa acabar

Clube Atlético Mineiro (Divulgação/Atlético)

Por Fernando Gregori (@ferdsmg)

Calma, amigo leitor. Antes que você xingue até a última geração da minha família, deixe-me explicar esse título. Não se trata de uma praga ou discurso de ódio após mais um vexame. Muito menos estou preconizando que o Galo deixe de existir. Tampouco quero refundar o clube, como nosso co-irmão cogita fazer para fugir das dívidas.

O que estou propondo é uma reformulação do Clube Atlético Mineiro como instituição. Reformular como o Galo quer ser reconhecido no mundo do futebol. Como um clube vencedor, uma potência ou como um cavalo paraguaio eterno que entrega as vitórias sem resistência? Trata-se de mudar completamente uma mentalidade derrotista que há décadas destrói a imagem do clube e a confiança do torcedor. E para isso, é preciso acabar com esse Atlético que conhecemos.

O Atleticano, mais do que qualquer outro torcedor, está acostumado a perder. Infelizmente, a gente fede a derrota. E isso vem de longa data. Mais precisamente após a trágica decisão de 77, contra o São Paulo. Ali parece ter se instaurado no clube uma cultura derrotista, que nos impede de sermos um clube vitorioso em todos os sentidos. Como explicar um time que chegou 14 vezes numa semifinal de campeonato brasileiro e ganhou apenas 1 vez? Como explicar um time deixar escapar classificações e taças para times infinitamente inferiores, como Coritiba em 85, Guarani em 86, Portuguesa em 96, São Caetano em 2001? Como explicar vexames históricos como os 4×0 em Rosário pela Conmebol? Ou mesmo os 6×1 em 2011? Que mistério é esse que faz o Galo ser famoso pelas derrapadas na hora H?

Não é misticismo, nem algo sobrenatural. Muito menos é culpa da promessa quebrada do Telê em 71. É algo bem mais palpável e muito fácil de se identificar. Chama-se Cultura Empresarial. Um termo comum no mundo dos negócios, que serve para definir como a empresa quer se posicionar para o mercado e ser visto pelos seus colaboradores, parceiros, funcionários, clientes e sociedade. É a cultura empresarial que molda tudo o que uma empresa pode ser. Desde sua missão e metas até onde quer chegar no futuro.

E no Galo, a cultura empresarial, se ela existe, é baseada em conformismo, derrotismo e imediatismo. Três fatores, que juntos, são a maior causa de fracasso na vida de uma instituição. Ao longo dos anos, com os fracassos em campo, fomos obrigados a aceitar que apenas participar é bom. Que perder na semifinal é legal. Que disputar título é para os outros, que o juiz nos roubou (sim, fomos muito roubados), que demos azar, que a manta da santa nos amaldiçoou, que tudo tem que ser sofrido. Mas, a verdade é que perdemos o orgulho de vencer. Nosso hino virou um discurso vazio, ficamos sem identidade, nos tornamos um clube comum, sem qualquer traço de ambição. Abraçamos a derrota e nos consolamos nela.

Qual Atleticano hoje não faz piada com a própria desgraça? Qual Atleticano hoje não usa a maldita frase “Se não for sofrido, não é Galo”, para explicar vitórias milagrosas, que poderiam ter acontecido naturalmente? Qual Atleticano já não começa qualquer jogo, contra qualquer adversário, com medo de levar gol? Isso tudo é reflexo da falta de uma mentalidade vencedora, a falta de um DNA de Campeão que o clube perdeu ao longo de seus mais de 100 anos e incontáveis vexames em campo e fora dele.

E é exatamente esse DNA de Campeão que nos faz falta nas decisões. A bola bater na trave, o goleiro adversário estar num dia inspirado, um impedimento mal marcado ou um juiz ladrão podem sim determinar o fracasso ou sucesso de um time em uma decisão, mas não podem nunca virar muletas históricas, como é no Galo.

Sim, vencemos em 2013 e 2014. Durante 2 anos fomos os melhores do país, sabe-se lá como, e não soubemos dar continuidade nessa fase vencedora. E convenhamos, 2 anos bons é muito pouco para um clube com a torcida que tem, com a estrutura que tem e com a força que tem. A idéia de que não precisamos de títulos é a maior falácia que já inventaram para tentar justificar nossos fracassos. Precisamos de títulos sim. Eles não são tudo, como alguns times acreditam ser, mas são fundamentais para qualquer clube de futebol que deseja se estabelecer como um gigante. Afinal estamos competindo em alto nível. E ninguém gosta de só perder. Eu não gosto e aposto que você também não.

Ferran Soriano, ex vice-presidente do Barcelona de 2003 a 2008, escreveu um livro que todo Atleticano deveria ler e decorar para entender o que digo sobre mentalidade vencedora e DNA de Campeão. Em “A Bola Não Entra Por Acaso”, ele descreve o vibrante período de revolução durante o qual o Barça se transformou num dos clubes mais rentáveis e bem-sucedidos do mundo, e, na verdade, “muito mais que um clube”. E esta revolução deveu-se sobretudo a uma mudança na filosofia de gestão e mentalidade interna.

Depois de anos de figuração e marasmo, vivendo à sombra do Real Madrid, o clube catalão decidiu mudar tudo para se tornar uma potência mundial. Traçou metas ousadas, estabeleceu perfil de funcionários a serem contratados, definiu objetivos claros e, o mais importante, instalou no clube uma mentalidade vencedora como nunca antes tinha feito. O resultado todos nós sabemos. E tudo porque o Barcelona antigo literalmente acabou. E no lugar dele nasceu um Barcelona completamente diferente e mega vencedor.

Guardadas as devidas proporções nessa comparação com o Barça e para reafirmar o título desse texto. Esse Galo medroso, que historicamente não vence fora de casa, que mantém no elenco jogadores medíocres por quase 10 temporadas, que não cresce quando precisa crescer, que troca de treinador a cada 3 meses, que não faz planejamento, que não traça metas e que nos mata de raiva nas quartas e domingos. Esse Galo precisa morrer de vez.

Só assim vamos acabar com esse ciclo de vexames e essa mania insuportável de culparmos uma pessoa pelos fracassos de um clube inteiro. Hoje é o Sampaoli. Semana passada foi o Everson. Retrasada foi o Guga. Amanhã será o Vargas ou até o Hulk.

E como acabar com esse ciclo? Não é fácil, leva tempo, tem que investir muito em construção de marca, marketing comportamental e precisa ter líderes dispostos a bancar decisões difíceis e até impopulares.

O Galo poderia começar implantando uma filosofia empresarial no clube. Traçar metas ambiciosas, como ser campeão brasileiro nos próximos 2 anos, trazer profissionais com mentalidade de campeão. E isso vale para jogadores e funcionários. Realizar uma campanha de reposicionamento do clube junto aos seus nichos, campanha de valorização de suas conquistas, campanha de valorização da Atleticanidade. Que pode ser feito desde a criação de um slogan que vá permear toda a cultura, como é o “més que un club” do Barça, que está escrito nas arquibancadas do Camp Nou, ou aproveitar o que já temos. O “Vencer, Vencer, Vencer” precisa ser mais do que palavras ao vento. Precisa virar um mantra, repetido a exaustão, para que fique impregnado em tudo que tiver a marca CAM. E sendo ainda mais radical, porque não um rebranding? Sim, uma mudança de marca, de roupagem, de conceito. Que eleve o moral da torcida e que mostre ao mercado que aquele Galo derrotado morreu e em seu lugar existe um Galo temido, respeitado, que não vai aceitar perder. Ações assim não são novidade no futebol. O Atl. PR começou a fazer isso mudando de nome e escudo. Tudo seria feito para criar uma cultura empresarial própria, com DNA Alvinegro de Campeão e que seja o fio condutor da vida do Galo e que com certeza, irá refletir dentro de campo.

Por isso, gostaria de aproveitar que agora somos dirigidos por empresários de grande sucesso, que sabem a importância de ter uma mentalidade vencedora para prosperar nos negócios, para pedir que matem esse Galo o mais rápido possível. E façam um novo Galo nascer dos escombros. Um Galo vencedor, que não vai ganhar tudo que disputar, mas com certeza vai nos deixar orgulhosos em cada jogo que entrar.

Descanse em paz, Atlético…

*Fernando Gregori, ou apenas Ferds, é atleticano, publicitário e protetor dos animais. Ele é um dos responsáveis por reunir as 40 pessoas que escreveram relatos que estão no livro “O Milagre do Horto”, que relembra a noite em que o goleiro Victor defendeu o pênalti batido por Riascos, do Tijuana, na Libertadores de 2013.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Passos Dias Aguiar

Sou cruzeirense,vi um belissimo texto,e admiro a coragem deste jornalista,tocar na ferida vai desagradar muita gente,prepare se para o bombardeio

Danilo

E pq leu um texto sobre o Galo?

CCOliveira

Porque 100% dos torcedores do insubível, sonham um dia em torcer pro Galo.

Vinicius HEXA

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Geraldo Melo

Deve ser o contrário, não? Vc não leu o texto que vc está comentando. Favor ler.
Como explicar um time que chegou 14 vezes numa semifinal de campeonato brasileiro e ganhou apenas 1 vez? Como explicar um time deixar escapar classificações e taças para times infinitamente inferiores, como Coritiba em 85, Guarani em 86, Portuguesa em 96, São Caetano em 2001? Como explicar vexames históricos como os 4×0 em Rosário pela Conmebol? Ou mesmo os 6×1 em 2011? Que mistério é esse que faz o Galo ser famoso pelas derrapadas na hora H?

Observatório automobile

O cara leu o texto porque ele simplesmente tem o time dele na mais absoluta m*….então ele tem que procurar novos caminhos…

Danilo

Onde assino? É isso mesmo, falou absolutamente tudo. Manda o manuscrito para o Menin.

Luciane Pedroso Martini

Perfeito! Tem que ser enviado para o Presidente, os quatro R’s e a direção do Atlético e todos os Conselheiros. Leitura obrigatória. Obrigada Fernando Gregori!

TIMECO FALIDO BI REBAIXADO

Sábias palavras. Mas acho que a mudança esta começando. Os 4 R’s tem o discurso e os recursos para mudar o GALO. Vamos ver na prática o que vai acontecer nos próximos anos. Estão reestruturando o clube, construindo o estádio, contratando jogadores para ganhar títulos. O GALO não sera mais o mesmo

Manoel Silva

Parabéns! foi muito feliz nos seu texto.. É exatamente o que penso.

Jose Antonio

Parece que é justamente isso que o Menin quer fazer no Galo… É só ver a entrevista que ele deu ao canal do Nicola no Youtube…. Quem não viu veja……

Geraldo Melo

Bobagem. O importante é competir. Títulos não são importantes. O importante é ficar zoando o adversário que está na segunda divisão.

TIMECO FALIDO BI REBAIXADO

Verdade, competir é importante. Competir pelos títulos. Mas temos que zoar o TIMECO FALIDO BI REBAIXADO..que não compete por nada..só “participa” da SÉRIE B

Geraldo Melo

Para o galo conseguir 10 títulos nacionais vai ter que gastar muito dinheiro e vc não testemunhará isto. Ou nunca acontecerá ou demorará milênios. Este ano o galo gastou mais de 200 milhões e não vai conseguir nada. Destino do time é ser pequena pulga ou “chato” do saco de torcedores de time grande.

TIMECO FALIDO BI REBAIXADO

SÉRIO MARIOLA?. Seu TIMECO “gastou muito dinheiro” comprando os 10 títulos, hoje paga a conta. O ano só esta começando MARIOLA. Mesmo assim é melhor do que gastar 200 milhões só em salários para cair pra SÉRIE B. Não acha? O seu ja virou um TIMECO MEDIANO. Não reparou?

Geraldo Melo

Eterno chato cricri de time grande.

TIMECO FALIDO BI REBAIXADO

“time grande” kkkkkkkkkkkkkkkkkk Acorda MARIOLA, seu TIMECO FALIDO se apequena a cada dia…Estão até indo para um sede bem menor. Hoje é só um TIMECO MEDIANO DA SÉRIE B. Os anos de glórias ficaram no passado

Vinicius HEXA

112 ANOS
3 TITULOS
SEM BI

Vinicius HEXA

Conversa prá boi dormir…kkkkkkkkk

Vinicius HEXA

REI DE COPAS…

Georges Edward Alves

Finalmente um atleticano consciente.

TIMECO FALIDO BI REBAIXADO

A única coisa deste texto que pode interessar uma MARIOLA é “refundar o clube, como nosso co-irmão cogita fazer para fugir das dívidas.”

CentenarioCruzeiroserieC

Rapaz que tapa na cara!

Sergio Coelho

Ferds, sou Sérgio Coelho, presidente do Galo. Estamos alinhados, estamos finalizando a contratação de nossa equipe de gestão. Fizemos um organograma junto com Ernest Young, teremos um time comprometido com as melhores práticas de governança, faremos uma gestão transparente e será altamente profissional. Se quiser, estou à disposição para lhe apresentar pessoalmente nosso projeto, que está sendo implantado pela EY. Qualquer coisa entre em contato na sede com minha secretária, Lílian.
Um abraço a todos!

Sergio Coelho

Ferds, sou Sérgio Coelho, li seu texto. Estamos alinhados, estamos finalizando a contratação de nossa equipe de gestão. Fizemos um organograma junto com Ernest Young, teremos um time comprometido com as melhores práticas de governança, faremos uma gestão transparente e será altamente profissional. Se quiser, estou à disposição para lhe apresentar pessoalmente nosso projeto, que está sendo implantado pela EY.
Um abraço a todos!

Denis

Clube, time e torcida q tem medo de vencer. Falou tudo. 50 anos de vergonha no brasileirão

Galo Doido New York

Excellente texto. Que a diretoria leia e tente mudar nossa posturar. Poderia comecar parando de contratar ex cruzeirenses e jogadores meia boca. Allan Franco, Guga, Jair, Hyoran (desculpem Hyoran nem eh meia boca) so para citar alguns. O goleiro eh uma piada, tudo que nao vai em cima dele passa. Muito fraco, nao eh piruzeiro mas eh padeiro.

aluisio a chaves

victão voce se esquece de duas comenbol, de uma libertadores em 2013, de uma copa brasil vencendo palmeiras, corinhhians, flamengo(esses dois em viradas históricas), uma recopa em histórico jogo com lanus no mineirão e hexa campeonato mineiro e vários assaltos em campe
onato brasileiro que voce deve saber mais que eu. Esse é o Galo que está se preparando para ter um time mais histórico ainda.

Jose Henrique Gonçalves

Discordo em absolutamente tudo que está escrito neste texto.
Na minha opinião, o que leva a conquista no futebol é a competência.
Projetos competentes são vencedores.
Não escudos.
Quando tivemos competência em 2013 e 2014, ganhamos
Quando nosso ex rival teve competência, ganhou. Quando acabou a competência, foi para o fundo do poço.
Uma pitadinha de sorte ajuda no caminho e no processo mas não resolve sozinha. O que distingue é a competência.

Observatório automobile

competencia é resultado de absolutamente TUDO que o cara escreveu..parece que voce não leu nada e veio aqui comentar…

O Terror das Segundinas

Exato! Se ao invés de ter entrado o IMUNDO PEIDOMUCENO, tivessemos colocado outro bom presidente pra dar prosseguimento à gestão do Kalil, teríamos prosperado! Mas optaram pelo filho fracassado do desembargador, uma especie de Sergio Rodrigues que torce pro Galo, e o cara raspou o cofre pra não ganhar porcaria nenhuma

Santos Santos

??????????????????????????? pitadinha de sorte ???????????????

Anastacio Castro

Concordo com quase tudo, apenas acredito que o reposicionamento não passa necessariamente por mudança de nome, escudo, uniformes.

Observatório automobile

Um dos textos mais lucidos e irrepreensiveis que já li nos ultimos tempos…parabéns ao missivista…o Atletico é um time que, parece que seu jogadores fazem de tudo pra arregar na hora H…um bando de pernetas que se apresentam como os maiorais…na hora que precisam deles, mijam todos nas calcinhas umidas de m*….

Observatório automobile

Um dos textos mais lucidos e irrepreensiveis que já li nos ultimos tempos…parabéns ao missivista…o Atletico é um time que, parece que seu jogadores fazem de tudo pra arregar na hora H…um bando de pernetas que se apresentam como os maiorais…na hora que precisam deles, mijam todos nas calcinhas umidas de m*….

Cristiano de Oliveira Gomes

Receita simples pro Galo ser campeão brasileiro. Pelo menos 80% dos gols sofridos, são gols facilmente evitáveis. Com isso digo: esqueça os 80 %, é muito difícil evitar todos, mas 40%, conseguir evitar é fácil. Se 40% dos gols sofridos tivessem sido evitados, o Galo já seria campeão com pelo menos oito rodadas de antecedência. E como evitar 40% dos gols sofridos? É descomplicado! Revejam todos os gols sofridos pelo Galo e reverão que o grande problema da defesa do Galo, seja quem quer esteja jogando, é a “BIRUTA DO AEROPORTO”, jogadores ficam olhando pro alto, pra bola, como se fosse a BIRUTA e esquecem do adversário, muitos deixam de pular pra cabecear, deixam de marcar, deixam adversários entrarem livres, às vezes com 4 ou até mais jogadores para marcar um adversário e fracassam. O que sugiro?
O diretor de futebol deve procurar um bom Terapeuta Ocupacional e fazer terapias com o grupo todo, jogadores de defesa, meio e ataque para esquecerem a BIRUTA e marcar o adversário. Fazendo isto tornar-se-a desnecessário contratações tão milionárias. É preciso reduzir em muito as despesas, principalmente com jogadores pois corremos um risco de num futuro próximo estarmos na mesma situação financeira de outros clubes pré falimentares com dívidas excessivas e caminhando a passos longos à falência.

Carlos

Pega o texto e envia pro pessoal do Galo. Quem sabe assim a direção do clube ouve a voz do povo.

Tomás de Aquino Silvia Costa

Texto perfeito e bem colocado.Só acrescento que o jogador deveria ser pago e medido por produtividade.Exemplo de Ronaldinho qdo chegou p o Galo, completamente desacreditado pois havia feito m…no Flamengo e deu no que deu.Jogador como ele não desaprende a jogar bola jamais.Precisa de motivação e desafio.

Jhonatan Lincoln

Quando estávamos na série b fui atlético mineiro, na derrota fui atlético mineiro, na vitória fui atlético mineiro, na crise fui atlético mineiro. Não existe novo atlético mineiro… Foram várias lutas pra chegar onde estamos hj… Vamos colher nossos frutos! Tenho orgulho da nossa história. Não aceito acabar, a nossa história continua com muitas vitórias e títulos! Não aceito novo atlético mineiro… Atlético mineiro só existe um… CLUBE ATLÉTICO MINEIRO
Fernando Gregori otário🖕

Jhonatan Lincoln

Futuro maior da América

Santos Santos

Excelente texto. Tenho certeza que a maioria da torcida que PENSA e usa o cérebro concorda com isso.

Guilherme Rinco

Palavras bonitas tipo a Lumena. Na pratica é bola na casinha!! Nosso ex-rival tem de presidente um coach, super na moda, mentalidade vencedora!! Sem dinheiro, tempo e planejamento esse texto são só palavras ao vento. Quando teve jogador galo brigou pelo campeonato. Infelizmente passando por um período de má gestão entre as décadas de 1980 a 2010, na qual fomos coadjuvantes, porem quando começamos a organizar a “casa” voltamos a brigar.

Assim como o Barça, começou com um R10 da vida e por “sorte” deles logo depois apareceu um extraterrestre chamado Messi. Quem é o Barça hoje? Cade a mentalidade campeã? Subiu? Vexame atras de vexame!! Futebol não é ciência exata.

Acredito no projeto no Galo, acredito que estamos no caminho, assim como Palmeiras e Flamengo. Nada é do dia pra noite, o IMEDIATISTO da torcida é o maior problema. Ninguém saia da merda pro céu em 1 ano.