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Dos males o menor. Cochilo de dez minutos custou dois pontos ao Atlético diante do Ceará

Sasha e Keno marcaram os gols do Atlético contra o Ceará (Pedro Souza/Atlético)

O empate do Atlético em 2 a 2 com o Ceará, no Castelão, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro não foi um bom resultado. Mesmo com vários desfalques, até mesmo toda a comissão técnica ficou fora mais uma vez, o Galo entrou em campo com uma equipe mais forte do que o adversário.

Desde o começo o time da casa já dava mostras de que não vive uma grande fase, tanto que somou apenas três triunfos nas últimas 15 partidas antes do confronto com o Atlético. O desfalcado Galo foi melhor nos primeiros 45 minutos e levou para o intervalo a vantagem no placar. Um pouco mais de capricho em alguns lances e a diferença poderia ser maior do que o 1 a 0.

Ainda no fim do primeiro tempo técnico Guto Ferreira mudou o Ceará. Tirou o volante Charles e colocou o atacante Léo Chú. O Vozão ganhou mais velocidade e o efeito foi visto nos primeiros minutos da etapa final. Aos 10 o Galo já estava perdendo, com graves falhas defensivas. Um milagre de Rafael impediu que a situação ficasse ainda pior.

A fragilidade do Ceará ficou escancarada após a expulsão de Dylan Borrero. O jogo seguiu como se ainda fosse 11 contra 11. O Atlético empatou e teve chances de fazer o terceiro. Não fez e volta para Belo Horizonte com apenas um ponto a mais na classificação.

O Galo segue líder, pelo menos até o São Paulo fazer os três jogos a menos, mas um time que sonha em ser campão não pode continuar perdendo pontos para os times que estão na parte inferior da tabela. Pelo menos não perdeu de novo. Dos males o menor.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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