Blog do Victão

Atlético colocou um pé na semifinal da Copa do Brasil. Mais capricho e a vaga já estaria garantida

Hulk foi decisivo para o Atlético, ais uma vez (Pedro Souza/Atlético)

Semifinalista da Copa do Brasil em 2000, 2002, 2014 e 2016, o Atlético está muito próximo de chegar entre os quatro melhores do torneio pela quinta vez na história. O Galo venceu o Fluminense por 2 a 1, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, no confronto de ida pelas quartas de final da competição. Resultado que dá ao time mineiro a vantagem de jogar pelo empate, no duelo da volta, marcado para o dia 15 do próximo mês.

Sempre é muito bom sair em vantagem no mata-mata, especialmente quando a primeira partida é disputada fora de casa. Portanto, não há do que reclamar do Galo. Mas dá para lamentar o placar. Se o triunfo no Rio fez o Atlético colocar um pé na semifinal da Copa do Brasil, um pouco mais de capricho e o duelo com o Fluminense já estaria definido ou bastante encaminhado para o lado alvinegro.

Não dá nem para contar nos dedos os contra-ataques não aproveitados pelo time alvinegro durante o segundo tempo. Jogadas exatamente como o Atlético adora. Bola dominada, velocidade e muito campo para jogar. Um pouco mais de capricho e o Galo poderia ter feito mais do que dois gols. Mas faltou esse acabamento melhor em algumas jogadas. Faltou um passe aqui, faltou mais companheirismo ali, faltou até finalizar melhor.

Atlético e Fluminense estão separados por 20 pontos no Brasileirão. Basta analisar o elenco de cada um para constatar que o lado preto e branco entrou como favorito no duelo. Até por isso a vitória deixa o Galo ainda mais favorito para o duelo da volta. Mas vai ter jogo e o Fluminense mostrou nos minutos finais que não estão morto, inclusive com uma bola no travessão.

Nacho e Hulk

Os gols do Atlético foram de Nacho e Hulk. O argentino ainda deu uma assistência maravilhosa para o gol do camisa. Mais uma vez os dois principais jogadores alvinegros, já que Diego Costa ainda não estreou, levaram o time à vitória. Já escrevi sobre a diferença que faz no futebol brasileiro ter dois caras tão decisivos como são Nacho e Hulk. Isso segue valendo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Luiz Cesar Coutinho

Espero que o Galo não morra na praia, como já ocorreu em várias e várias anos. Tem a oportunidade de execrar a fama de Cavalo Paraguaio, de Clube Patético Mineiro, de Clube Monotítulo Mineiro.

Carlos

Já tomou seu Rivotril hoje

Wagninho

Calma. Falta estrear o Diego Costa

Leo

Morrer na praia seria cair pra série B e ficar por lá por 3 anos seguidos?

Galão Querido

Qual seria a fama de um time que cai pra série B e não consegue voltar? Como todo time grande faz?