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Ingresso médio do Atlético é de R$ 112. Inflação torna valor mais barato do que na Era Ronaldinho

O Atlético precisou de apenas seis partidas com público para faturar quase R$ 10 milhões com bilheteria. A elevação no preço médio explica as rendas altas, especialmente nos confrontos por torneios mata-mata. São R$ 9,9 milhões com venda de ingressos até o momento, mais do que toda a temporada 2018, quando o Galo fez R$ 8,7 milhões na bilheteria, como apontou o jornalista Fael Lima, do Alterosa Esporte e do Blog Camisa Doze.

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Portanto, em média, o atleticano paga R$ 112,78 para ver o tim e de Hulk, Nacho, Diego Costa e tantos outros craques. Não custa barato ver um time forte, mas o atleticano já pagou até mais do que agora.

Apesar do preço médio superar os R$ 100, não é o ingresso médio mais caro que o torcedor alvinegro tem de pagar desde as reformas do Independência e do Mineirão. Para ver o Atlético de Ronaldinho Gaúcho, em 2013, que foi campeão da Copa Libertadores, o atleticano pagou mais caro. O ingresso médio da temporada 2013 foi de R$ 61,74, mas segundo a calculadora de inflação do Banco Central equivale a R$ 124,55 atualmente. Portanto, era mais caro ver o R10 do que é para ver o Hulk.

Em 2013, considerando somente os jogos em Belo Horizonte, o Atlético teve incríveis R$ 34 milhões de bilheteria. Impulsionado pela fina da Libertadores, quando a renda passou de R$ 15 milhões. Naquela temporada, o clube alvinegro vendeu 552.474 ingressos e faturou R$ 34.113.300,00.

Enquanto em 2021, com o retorno gradativo do público aos estádios, foram vendidos 87.967 ingressos para os seis jogos do Galo como mandante. A arrecadação total até o momento é de R$ 9.921,642,00.

Victor Martins

Natural de Belo Horizonte, iniciei no jornalismo no início dos anos 2000. Em Minas, atuei como setorista do América, Atlético, Cruzeiro e Ipatinga, onde, em 2008, morei para acompanhar de perto a equipe do Vale Aço na Série A do Brasileirão. Em 2009, trabalhei na cobertura da política relacionada ao esporte, pelo Lance!, em Brasília. Também trabalhei no Superesportes, TV Alterosa, iG, O Tempo, Uol e Yahoo Esportes. De volta ao UAI/Superesportes para escrever sobre os bastidores do futebol mineiro.

Ver Comentários

  • "Portanto, era mais caro ver o R10 do que é para ver o Hulk".

    Esse tipo de situação equivale comparar Beethoven com Pablo Vitar. Sinceramente, gastar R$ 124,55 para ver o R10 era (e continuaria sendo, hoje) dinheiro de pinga! Eu era feliz e não sabia...

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