Blog do Victão

Atlético, Victor, Réver, Libertadores e Mineirão. Cuca deixou o estádio mais confiante para a final

Cuca se ajoelhou na área técnica, assim como fez em 2013 (Reprodução Espn Brasil)

No sábado (30) o Santos decide a Copa Libertadores de 2020 com o Palmeiras, no Maracanã. O técnico Cuca tenta conquistar a América pela segunda vez. A primeira, em 2013, foi com o Atlético e no Mineirão. Reencontrar o clube mineiro, no mesmo estádio daquele título histórico, e alguns protagonistas daquele título reforçaram a confiança do treinador para a decisão deste final de semana.

Por uma daquelas coincidências que o futebol sempre apresenta, o jogo remarcado entre Atlético e Santos caiu logo na semana da final da Libertadores. Um dos treinadores mais religiosos e supersticiosos do Brasil, Cuca repetiu um ritual que ficou marcado.

Na decisão entre Galo e Olímpia, o treinador acompanhou a disputa de pênaltis ajoelhado e rezando bastante. Deu certo. Victor pegou uma cobrança e Matías Gimenez perdeu a última, chutando a bola na trave. Cuca repetiu o gesto na noite passada. Assim que acabou a coletiva pós-jogo, o treinador foi até a mesma área técnica que ficou em 2013, se ajoelhou e rezou por alguns minutos, em direção à meta em que foram batidos os pênaltis. A imagem foi captada pela Espn Brasil.

O fato de o jogo dessa terça-feira ter sido contra o Atlético fez com que Cuca reencontrasse com outros campeões da América de 2013. Não só jogadores, mas principalmente com funcionários, com o técnico tinha mais convívio no período em que literalmente morava na Cidade do Galo.

Cuca recebeu muitos abraços e desejos sinceros de boa sorte. Dois jogadores importantes naquela conquista estiveram no estádio nessa terça-feira. Victor foi o grande protagonista atleticano em 2013. O goleiro não é mais titular no Atlético, mas estava no banco de reservas no triunfo por 2 a 0 sobre o Santos. Depois da partida ele foi mais um que abraçou e desejou boa sorte a Cuca.

Capitão do Atlético, o zagueiro Réver foi quem levantou a taça. O defensor jogou nessa terça e também passou palavras de confiança para Cuca. O técnico do Santos sabe que apenas isso não é suficiente para vencer o Palmeiras, mas ele deixou o Mineiro muito mais confiante do que quando entrou para o duelo do Brasileirão. E fé é o que não falta para Cuca.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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